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Mercado prevê inflação mais alta até o final do ano

A pesquisa semanal Focus, realizada pelo Banco Central com agentes do mercado, apurou que a expectativa é de elevação da inflação até o final de 2017. A previsão é de que o IPCA termine em 4,5%, superior à previsão anterior, que era de 4,45%.

Índice de compras europeu fica abaixo do esperado

O setor industrial dos 17 países que compõem a zona do euro possui um índice gerente de compras, cuja sigla é PMI em inglês. No mês de julho, segundo o Instituto Markit Economics, o PMI ficou em 56,6 pontos, abaixo dos 56,8 pontos esperados pelo mercado.

Não existe consenso sobre a retomada da economia

É comum encontrarmos analistas afirmando que o país retomou a rota de crescimento e outros falando exatamente o oposto. Este assunto foi abordado recentemente em nota da Conjuntura do Centro de Estudos de Conjuntura e Política Econômica (Cecon), do Instituto de Economia da Unicamp.

Embora o PIB tenha crescido 1% no primeiro trimestre do ano, quando comparado ao trimestre anterior, há quem conteste que isso signifique uma retomada sustentável de recuperação. A nota do Cecon se divide em várias partes, abordando o seguinte:

1- Os dados do IBGE não mostram uma recuperação cíclica ou os reflexos da austeridade. Mas mostram uma supersafra agrícola e crescimento expressivo das exportações.
2- Mudança metodológica do IBGE: a base de cálculo anterior é diferente e inferior à base da nova metodologia. Isso prejudica a comparação.
3- Prognósticos: o segundo trimestre deve confirmar a retomada da economia, ajudada, também, pela liberação de recursos do FGTS.
4- A oferta agrícola e as exportações geram expansão da renda, a falta de confiança no governo pode fazer o investimento cair ainda mais
5- Em 2016, a austeridade fiscal foi deixada de lado, o que favoreceu a demanda interna. Mas esta mesma demanda é prejudicada em 2017 com o retorno da austeridade.
6- Caso a retomada da recuperação se confirme, a economia será menos dinâmica daí para frente em razão do novo regime fiscal e do aprofundamento da desigualdade.

Confira a íntegra da nota: http://www.eco.unicamp.br/cecon/images/arquivos/Nota-CECON-2.pdf