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Vários fatores explicam a alta do dólar

Quem não acompanha as notícias de economia deve ter se assustado com a elevação na cotação do dólar comercial durante a semana. Nesta sexta, a moeda americana chegou perto de vencer a barreira dos R$ 3,75, fechando em R$ 3,74 no dia 17 de maio. Desde março de 2016, o dólar não chegava neste patamar. Foi a quarta semana seguida de alta do dólar

O aumento no preço do petróleo, que atingiu a casa dos US$ 80 por barril, pressionou a moeda americana. Afinal, havia quase quatro anos que o barril de petróleo não alcançava esse valor. O temor pela elevação dos juros nos Estados Unidos acima do esperado também ajudou a forçar a alta do dólar.

O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central, temendo a alta da moeda americana, acabou mantendo a taxa de juros (Selic) em 6,50%, contrariando aqueles que tinham como certo mais um corte, com redução para 6,25%. A preocupação de que a valorização do dólar pudesse provocar alta da inflação fez com que o Copom mantivesse as taxas de juros no mesmo patamar, surpreendendo o mercado.

O mercado agora espera o posicionamento do Banco Central para os próximos dias em relação à moeda americana.